terça-feira, 6 de agosto de 2013

Na Biblia existem erros de traduções?



Claudio Rodrigues > ✡ Desconstruindo conceitos teológicos ✡



Yosef BenYosef
inúmeros



Yosef BenYosef
mas não altera grande parte da mensagem, os piores erros encontram-se no chamado Novo Testamento



Claudio Rodrigues
Então Deus permitiu que tivessemos acesso a algo que compromete a Inerrância da Biblia? O que acreditamos não temos 100% de certeza se é o correto é isso?



Magalhães Luís
Nos últimos séculos a. C., a chamada época intertestamentária, “sob influência do dualismo persa, produziu-se uma evolução nas conceções de determinados meios judaicos. Apareceram então «espíritos do mal», opostos a Deus” (Diccionario Enciclopédico de la Bíblia, Herder, 1987, 414).

Notemos, também, que os evangelhos foram escritos em grego e no meio da mentalidade greco-romana (certamente em comunidades judaicas no seio da cultura helenística).

“Segundo a crença popular grega, o mundo está cheio de demónios, de seres que ocupam um lugar intermédio entre os deuses e os homens e sobre o quais influenciam e aos quaise se aplaca mediante a magia, a bruxaria e o conjuro ” (Diccionario Teologico del Nuevo Testamento, II, Sigueme, 14).

“Segundo a história das religiões, o que se diz entre os cristãos do demónio está sujeito a influxos extrabíblicos, pagãos e pré-cristãos: já séculos antes de Cristo existia o dualismo persa dos princípios do mundo, com o deus mau das travas, Angra Manyu, que influenciou certos círculos do judaísmo. E certamente na formação da doutrina eclesiástica sobre o demónio influenciaram eficazmente tais correntes extracristãs; influenciaram as doutrinas gnósticas (…) Não se funda na Bíblia o mito de Lucifer: Satanás originariamente seria um anjo de luz que se teria levantado contra Deus e teria sido derrubado para ser submetido a um castigo (Diccionario Teologico del Nuevo Testamento, IV, Sigueme, 165-6).

Prossigamos para Jesus e o seu ambiente cultural.

“No judaísmo, abandona-se a grande moderação que a religiosidade veterotestamentária mantinha sobre este ponto [o demónio] e propaga-se a crença nos demónios, se bem que o judeu nunca se tenha sentido ameaçado pelos demónios como os adeptos das religiões à sua volta. Os doutores da lei também admitiram a crença nos demónios. As figuras demoníacas são numerosas - sedim, poderosos; mazzidin, maléficos; mehabilim, corruptores; pegaim, tentadores; sirim, demónios com figura de bode; ruah raah, espírito mau. Numa época mais antiga acreditava-se que os demónios tinham nascido da união dos anjos caídos com mulheres (Gn 6,1). Outros pensavam que uma parte da geração dos homens que construíram a Torre de Babel foram transformados em demónios; ou que os demónios surgiram do comércio entre Adão e Eva com espíritos femininos e masculinos, respetivamente; ou que os demónios são uma criação singular de Deus” (Diccionario Teologico del Nuevo Testamento, II, Sigueme, 15).

É neste contexto que vive, pensa, anuncia, come, bebe, fala, cura Yeshu (Jesus).

“Sem dúvida que Jesus e o cristianismo primitivo têm a mesma ideia do demónio que os seus contemporâneos. Mas enquanto o ambiente judaico e pagão tentava desterrar e exorcizar os demónios recorrendo a sortilégios, conjuros e outras práticas mágicas, Jesus expulsa-os com a sua palavra (Mt 8,16), de tal forma que as expulsões de demónios são fenómenos que acompanham a sua pregação, a par com as curas (Mc 1,39). Dado que Jesus tem plenos poderes de Deus e se mostra como o mais forte (Mc 1,14), os demónios temem-no e inclinam-se diante dele. Graças a esta soberania que ele possui, pode outorgar aos seus discípulos o poder de expulsar os demónios (Mt 10,1.8[oito]) e esta autoridade sobre as potências demoníacas é o sinal de que em Jesus aconteceu a irrupção do reino de Deus (Mt 12,22)”.
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Magalhães Luís
FRANCOLINO J. GONÇALVES

École Biblique et Archéologique Française . Jerusalém



A . “Revolução” nos estudos do Pentateuco

O estudo do Pentateuco esteve dominado durante cerca de um século pela chamada hipótese documentária (1). Esta hipótese tem as raízes longínquas nos meados do séc. XVIII. Astruc (2) constatou então que o Pentateuco chama a Deus ora Elohim ora Iavé. Para explicar o facto, aventou a hipótese da correspondência entre os dois nomes divinos e duas fontes ou documentos – o documento elohista (E) e o documento iavista (J) (3) – que Moisés teria usado para escrever o Pentateuco.

A elaboração da hipótese documentária só vai prosseguir a partir de meados do séc. XIX. Num estudo sobre as fontes do Génesis, publicado em 1853, Hupfeld chegou à conclusão de que a fonte E não é homogénea, mas comporta duas fontes diferentes. Foi a invenção do que mais tarde se chamou o código sacerdotal (Priesterkodex – P) (4). Graf estabeleceu a cronologia relativa das três fontes: J, E e P (5). Wellhausen deu à hipótese documentária a sua forma clássica (6). Esta deve a von Rad (7) e a Noth (8) os últimos acabamentos. Segundo a forma final da hipótese, o Pentateuco seria constituído por quatro sínteses histórico-teológicas. A mais antiga, J, teria sido escrita em Jerusalém, em tempos de David ou de Salomão, no séc. X a. C. Produto de uma espécie de "Século das Luzes" hebraico, o J daria uma versão das origens de Israel profundamente optimista. O J teria dado ao Pentateuco a sua trama.

Posterior de cerca de um século, o E contaria a mesma história que o J, mas do ponto de vista do reino de Israel e com matizes próprios.

Seguir-se-ia o Deuteronómio (D), escrito em Jerusalém no tempo de Josias (640-609 a. C.).

Finalmente, o P, escrito na época exílica ou pós-exílica.

A redacção final do Pentateuco teria tido lugar no contexto da missão de Esdras.

Lido através desta hipótese, o Pentateuco tornava-se o reflexo da história de Judá, de Israel e da Judeia. Daí que ela tenha tido um sucesso tão grande e parecesse feita para durar. De facto, os trabalhos de vulgarização apresentavam essa hipótese amiúde como se ela fosse um facto incontestável.

No entanto, já em 1965, Winnet alertava para a necessidade de reexaminar os fundamentos da hipótese documentária (9). Dois anos mais tarde, Wagner augurava-lhe um futuro incerto (10). De facto, durante a década de 1970, ela foi alvo de ataques vindos de todos os lados: da exegese, da história e da arqueologia. O documento J, considerado como a ossatura do Pentateuco, foi precisamente o principal alvo e a maior vítima desses ataques. Pouco ou nada parece restar da bela síntese histórico-teológica dos tempos de David e de Salomão. Entre os exegetas que admitem actualmente a existência de J são raros os que persistem em datá-lo do tempo de David ou de Salomão. Os defensores da datação davídico-salomónica de J devem reduzir-lhe muito as fronteiras. A maioria rejuvenesce-o entre 2 e 5 séculos, datando-o do séc. VIII, do séc. VII, do séc. VI a. C. ou ainda mais tarde.

Um exame do estilo, do género literário e da temática dos principais textos atribuidos a J levou Schmid a afirmar que eles são impensáveis na época salomónica, pois supõem a existência dos profetas clássicos dos séc. VIII-VII a. C. e têm muitas semelhanças com a teologia deuteronómica e deuteronomista. A maior parte das suas tradições fundamentais, observa ainda Schmid, não são mencionadas pelos textos pré-exílicos, sendo o silêncio dos profetas dos séc. VIII-VII a. C. particularmente significativo. O exegeta conclui que o J deve situar-se imediatamente antes da ruína do reino de Judá ou logo no começo do exílio babilónico, isto é, no séc. VI a. C. em vez do séc. X a. C (11).
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Magalhães Luís
Prosseguindo o estudo de Schmid, Rose compara o J à História Deuteronomista (Deuteronómio, Josué, Juízes, Samuel e Reis) e conclui que ele é posterior à primeira edição da dita História, feita na época babilónica. O J não foi aliás concebido como uma obra independente, mas sim como um prólogo da História Deuteronomista destinado a corrigir-lhe a orientação teológica mediante a insistência na iniciativa divina e na gratuidade da salvação (12). Van Seters expressa uma opinião semelhante (13).

Outros, cada vez mais numerosos, negam a existência de um qualquer documento J independente (14).

A existência do E como documento independente havia sido posta em dúvida já na década de 1930 (15). Hoje praticamente ninguém a admite.

O belo edifício que havia sido pacientemente construído acabou por ruir em grande parte. Por enquanto, ainda não existe outra construção que o substitua.

O D e o P, tidos como os documentos mais recentes pela hipótese documentária, são os que melhor se saem da crise que afectou e continua a afectar os estudos do Pentateuco. Isto não significa que não tenham sido e continuem a ser objecto de discussões. No caso do P, estas incidem sobre a sua natureza, a sua extensão e a sua teologia. Era um escrito independente ou uma redacção que integra outros materiais não sacerdotais? Seja como for, é opinião corrente que os materiais sacerdotais não foram todos escritos de um fôlego. Há um escrito fundamental ao qual vieram juntar-se complementos posteriores. O P começa sem dúvida alguma em Gn 1,1, mas não se sabe ao certo onde acaba. Há quem veja o seu termo no livro do Êxodo, no Levítico, em Números ou até no Deuteronómio. Discute-se também a questão do centro da sua teologia.

O Deuteronómio também é o resultado de um longo processo de crescimento, que se estendeu pelo menos desde o reinado de Josias (640-609 a. C.) até à época persa.

De uma maneira geral, hoje pode dizer-se que os livros de Génesis a Números constam de duas classes de materiais: sacerdotais e não sacerdotais. Uns chamam aos materias não sacerdotais iavistas, outros chamam-lhes deuteronomistas, outros ainda não lhes colam nenhuma etiqueta.

O Pentateuco é em grande parte um compromisso entre P e D. O redactor do Pentateuco integra P e D, privilegiando ora um ora o outro. Na linha do P fundamental opta por terminar a obra fora da terra de Canaã, sublinhando assim a sua dimensão de promessa. Na linha da forma final do Deuteronómio, integra e situa o código da Aliança na secção do Sinai, isto é, no coração do Pentateuco (Ex 20,22-23,33), sublinhando assim o seu aspecto legal. Em definitivo, o redactor do Pentateuco concebe a sua obra essencialmente como promessa e lei, como dom e exigência. Com efeito, a promessa, sobretudo a promessa da terra, percorre todo o Pentateuco, mas a lei, que constitui praticamente metade do Pentateuco, ocupa o seu centro (16).
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Magalhães Luís
A data da constituição do Pentateuco não foi afectada pela crise. A maioria continua a pensar que ele se formou no contexto da missão de Esdras, mas a data da dita missão é incerta. Segundo Esd 7,1-8, ela teve lugar no sétimo ano do reinado de Artaxerxes. A qual dos dois reis com esse nome se refere o texto? Se é a Artaxerxes I, teria sido em 458. Se é a Artaxerxes II, teria sido em 398 a. C. Num ou noutro caso, o Pentateuco continuou a receber acrescentos até que finalmente o seu texto se fixou.

O rejuvenescimento dos textos do Pentateuco desqualificou-os como fontes históricas. Por isso, são raros os que ainda ousam servir-se deles para escrever a história das origens de Israel e de Judá. O grande fresco histórico das origens de Israel que os historiadores pintavam baseando-se nos ditos textos aparece assim como uma ficção.

Outro resultado dos estudos recentes é a detecção de tensões entre as tradições patriarcais e a tradição do êxodo. Essas tensões e suas implicações têm sido objecto de um bom número de estudos nos últimos quinze anos. Em concreto, a ruptura que existe entre Génesis e Êxodo foi um dos principais argumentos avançados por Rendtorff contra a presença de um documento J na base de Génesis-Números. Essa ruptura é óbvia no relato da vocação de Moisés (Ex 3,7-12).

«Por isso desci a fim de libertá-lo da mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra para uma terra boa e vasta, terra que mana leite e mel, o lugar dos cananeus, dos heteus, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus.» (Ex 3,8).

Iavé descreve o país para onde vai fazer subir Israel como se Moisés nunca tivesse ouvido falar dele. Não refere que os patriarcas lá viveram nem que Iavé tinha prometido, a eles e aos seus descendentes, a posse desse país para sempre. Como explicar esse silêncio se o autor de Ex 3,8 conhecia essas tradições? O mais lógico é concluir que ele não as conhecia (17).

Parece existir igualmente uma ruptura entre o Génesis e o Deuteronómio. Com efeito, segundo Römer, os pais mencionados no Deuteronómio e na História deuteronomista não são os patriarcas, mas a geração que viveu no Egipto (18). Por outro lado, de Pury chegou à conclusão de que o ciclo de Jacob formava primitivamente uma lenda das origens de Israel autónoma (19). Essa hipótese parece confirmada por Os 12,13-14.
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Magalhães Luís
« 13 Jacob fugiu para os campos de Aram,

Israel serviu por uma mulher

E por uma mulher guardou (rebanhos).

14 Mas por (meio de) um profeta Iavé fez subir Israel do Egipto

e por (meio de) um profeta (Israel) foi guardado».

O texto contrapõe ao comportamento de Jacob a acção de Iavé fazendo subir Israel do Egipto. Parece-me legítimo concluir, com de Pury, que Os 12,13-14 contrapõe duas lendas das origens de Israel: a lenda patriarcal que tem unicamente um protagonista humano, Jacob; a lenda “exodal” que tem um protagonista divino e outro humano, isto é, o próprio Iavé e um profeta, sem dúvida, Moisés.

As lendas patriarcal e “exodal” das origens implicam concepções diferentes – sob vários aspectos, opostas – de Iavé, de Israel e das relações entre ambos. Segundo a lenda “exodal”, Iavé é, antes de mais, o Senhor da história. Israel não é originário do território onde vive, mas imigrante nele. Iavé fez de Israel o seu povo, chamou-o do Egipto, fê-lo vir para Canaã e deu-lhe o seu país. Israel deve exclusivamente a Iavé não só a sua existência como povo, mas também o seu território. Israel não deve nada a mais ninguém nem a nada. Por conseguinte, Iavé é o seu único Deus, com a exclusão absoluta de qualquer outro.

Contrariamente à lenda “exodal”, a lenda patriarcal supõe que Israel, descendente do seu epónimo Jacob/Israel, é autóctone de Canaã. A existência de Israel explica-se pela sucessão genealógica, a qual funda e justifica também o direito de Israel ao território que ocupa. O Deus da lenda patriarcal, tal como ressalta dos relatos do Génesis, é, antes de mais, o Senhor da natureza, isto é, dos fenómenos relativos à fecundidade dos seres humanos, dos animais e do solo (20).

Os 12,13-14 mostra que as duas lendas eram rivais e estavam em concorrência. As duas concepções de Israel que elas representam estavam em conflito. Após a ruína do reino de Israel em 722/1 a. C., houve Israelitas que se instalaram no reino de Judá, levando com eles as suas tradições, entre elas a lenda “exodal”. Houve no reino de Judá quem a adoptasse, professando que Judá faz parte do Israel nascido no Egipto. A partir de então, foi em Judá que a lenda “exodal” e a forma do iaveísmo que ela representa continuaram a evoluir. Tudo indica que o sistema religioso representado pela lenda “exodal” foi minoritário, tanto no reino de Israel, onde nasceu, como no reino de Judá, para onde “emigrou”. O conflito entre a lenda exodal e a lenda patriarcal parece ter sido agudo nas épocas babilónica e persa. Os que haviam sido deportados para a Babilónia, estando fora do país, identificavam-se, naturalmente, com a lenda “exodal”. Os que tinham ficado em Judá identificavam-se com a lenda patriarcal (Ez 33,24). Graças aos “retornados do exílio” a quem os Persas entregaram o poder na Judeia, a lenda exodal ganhou cada vez mais terreno, acabando por assimilar, em boa parte, a lenda patriarcal. Por um lado, estabeleceu-se uma relação genealógica entre os patriarcas e o povo de Israel que sai do Egipto. Por outro lado, atribuiu-se a Abraão, o “patriarca ecuménico” segundo a expressão de de Pury (21), uma origem estrangeira (22). Tanto a ligação entre os patriarcas e o povo de Israel que se forma no Egipto como a origem mesopotâmica de Abraão não estão documentadas antes do final do período babilónico. Numerosos estudos mostram que são ambas criações recentes, provavelmente obra dos círculos sacerdotais e pós-sacerdotais que dessa forma se apropriam da lenda patriarcal e da sua legitimidade (23).
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Yosef BenYosef
Shalom Claudio Rodrigues! Os estudiosos cristãos sabem disso, muitos conhecem os erros das traduções e afirmam que o texto inspirado é apenas o original. Agora a questão é: qual é o original? e ai entram em debate
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Magalhães Luís
(1) Excelente estado da questão em Félix García López, El Pentateuco. Introducción a la lectura de los cinco primeros libros de la Biblia (Introducción al estudio de la Biblia, 3a), Estella (Navarra), Editorial Verbo Divino, 2003.

(2) J. Astruc, Conjectures sur les mémoires originaux dont il paraît que Moyse s’est servi pour composer le récit de la Genèse, Bruxelles, 1753 ; cf. J. A struc, Conjectures sur la Genèse. Introduction et Notes de P. Gibert, Paris, 1999.

(3) A sigla habitual J vem da transliteração alemã Jahwist.

(4) H. Hupfeld, Die Quellen der Genesis und die Art ihrer Zusammensetzung, Berlin, Wiegandt und Grieben, 1853.

(5) K.H. Graf, Die geschichtlichen Bücher des Alten Testaments. Zwei historisch-kritischen Untersuchungen, Leipzig, 1886.

(6) J. Wellhausen, Die Composition des Hexateuchs und der historischen Bücher des Alten Testaments, Berlin, Verlag von Georg Reimer, 1876-1877 ( 31899); I d., Prolegomena zur Geschichte Israels, Berlin, Verlag von Georg Reimer, 31886.

(7) G. von Rad, Das formgeschichtliche Problem des Hexateuch (BWANT 4), Stuttgart, Verlag W. Kohlhammer, 1938.

(8) M. Noth, Überlieferungsgeschichte des Pentateuch, Stuttgart, Verlag W. Kohlhamer, 1948.

(9) F.V. Winnet, «Re-examining the Foundations», JBL 84 (1965) 1-19.

(10) N.E. W agner, «Pentateuchal Criticism: No Clear Future», Canadian Journal of Theology 13 (1967) 225-232.

(11) H. H. S chmid, Der sogennante Jahwist. Beobachtungen und Fragen zur Pentateuchforschung, Zürich, Theologischer Verlag, 1976.

(12) M. R ose, Deuteronomist und Jahwist. Untersuchungen zu den Berührungspunkten beider Literaturwerke (AThANT 67), Zürich, Theologischer Verlag, 1981; I d, « La croissance du corpus historiographique de la Bible – une proposition », Revue de Théologie et de Philosophie 118 (1986), pp. 217-326; I d., « Empoigner le Pentateuque par sa fin ! L’investiture de Josué et la mort de Moïse », em A. de P ury (ed.), Le Pentateuque en question. Les origines et la composition des cinq premiers livres de la Bible à la lumière des recherches récentes (Le Monde de la Bible), Genève, Labor et Fides, 1989, pp. 129-147.

(13) J. V an S eters, Abraham in History and Tradition, New Haven, Yale University Press, 1975; Id., Prologue to History. The Yahwist as Historian in Genesis, Louisville, Westminster/John Knox Press, 1992; Id.,The Life of Moses. The Yahwist as Historian in Exodus-Numbers (Contributions to Biblical Exegesis and Theology 10), Kampen, Kok Pharos Publishing House, 1994.

(14) R. R endtorff, Das überlieferungsgeschichtliche Problem des Pentateuch (BZAW 147), Berlin, Walter de Gruyter, 1977; E. B lum, Die Komposition der Vätergeschichte (WMANT 57), Neukirchen-Vluyn, Neukirchener Verlag, 1984; Id., Studien zur Kompostion des Pentateuch (BZAW 189), Berlin, Walter de Gruyter, 1990.

(15) P. V olz - W. R udolph, Der Elohist als Erzähler. Ein Irrweg der Pentateuchkritik ? (BZAW 63), Giessen, Verlag von Alfred Töpelmann, 1933; W. R udolph, Der “Elohist” von Exodus bis Josua (BZAW 68), Berlin, Verlag von Alfred Töpelmann, 1938.

(16) Félix García López, El Pentateuco (supra, n. 35) p. 338.

(17) R. R endtorff, Das überlieferungsgeschichtliche Problem des Pentateuch (supra, n. 48) p. 68.

(18) Thomas Römer, Israels Väter. Untersuchungen zur Väterthematik im Deuteronomium und in der deuteronomistischen Tradition (OBO 99), Fribourg/Göttingen, Universitätsverlag/Vandenhoeck und Ruprecht, 1990.

(19) Albert de Pury, «Le cycle de Jacob comme légende autonome des origines d’Israël», em J.A. E merton (ed.), Congress Volume. Leuven 1989 (SVT 43), Leiden-New York-Københaven-Köln, E.J. Brill, 1991, pp. 78-96.

(20) Albert de P ury, «Osée 12 et ses implications pour le débat actuel sur le Pentateuque», em P. H audebert (ed.), Le Pentateuque. Débats et recherches (Lectio Divina 151), Paris, Éditions du Cerf, 1992, pp. 175-207; I dem, « Las dos leyendas sobre el origen de Israel (Jacob y Moisés) y la elaboración del Pentateuco», Estudios Bíblicos 52 (1994) 95-131.

(21) A. de P ury, «Abraham: The Priestly “Ecumenical” Ancestor», em S. L. M cKenzie e T. R ömer (eds), Rethinking the Foundations. Historiography in the Ancient World and the Bible. Essays in Honour of John Van Seters (BZAW 294), Berlin - New York - Köln, Walter de Gruyter, 2000, pp. 163-181.

(22) J.-L. S ka, «L'appel d'Abraham et l'acte de naissance d'Israël. Genèse 12,1-4a», em M. V ervenne e J. L ust (eds), Deuteronomy and Deuteronomic Literature. Festschrift C.H.W. Brekelmans (BETL 133), Leuven, University Press, 1997, pp. 367-389.

(23) Entre outros, K. S chmid, Erzväter und Exodus: Untersuchungen zur doppelten Begründung der Ursprünge Israels innerhalb der Geschichtsbücher des Alten Testaments (WMANT 81), Neukirchen-Vluyn, Neukirchener Verlag, 1999; Christophe N ihan, «L’écrit sacerdotal comme réplique au récit deutéronomiste des origines. Quelques remarques sur la “bibliothèque” de P», em D. M arguerat (ed.), La Bible en récits. L’exégèse biblique à l’heure du lecteur. Colloque international d’analyse narrative des textes de a Bible. Lausanne (mars 2002) (Le Monde de la Bible 48), Genève, Éditions Labor et Fides, 2003, pp. 196-212.
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Magalhães Luís
A teologia do AT é plural. Não existe só uma, mas várias, segundo as épocas, as tradições e os livros. As várias teologias são irredutíveis a um sistema. Tentar organizá-las num sistema implicaria privar cada uma delas da sua originalidade e da sua especificidade. Por isso, von Rad apresenta cada uma das tradições, primeiro as históricas (Hexateuco) e depois as proféticas.
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Magalhães Luís
Recomendo para o NT: "O POTENCIAL UTÓPICO
DO CRISTIANISMO PRIMITIVO" - José Nunes » http://www.triplov.com/ista/cadernos/cad_10/potencial_utopico.htm
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Magalhães Luís
Não é impossível que, por exemplo, no caso específico de Mateus 2,23, o hagiógrafo invoque um texto inexistente. Mas o autor goza de uma liberdade criadora. De facto, a sua interpretação cristológica do TANACH deu origem a um texto novo, o Evangelho segundo Mateus.
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Magalhães Luís
Allan Watts, falando do Cristianismo, diz: “Nos primórdios da sua história, o [Cristianismo Organizado de tipo latino ou conhecido como ICAR e a Igreja Grega Ortodoxa repudiaram] a gnosis ou a experiência directa da Verdade e [aceitaram] a pistis ou a fé, ou ainda a confiança absoluta em certas verdades reveladas sobre D-us e por D-us.”
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Magalhães Luís
Segundo os padres orientais, com a encarnação se operou uma total revivificação da natureza assumida pelo Logos/Verbo, que torna possível a co-naturalidade do Filho de D-us com a natureza humana de seus irmãos e assenta as premissas da deificação participada para toda criatura salva. Mas para que esta vida divina, esta "medicina da imortalidade" pudesse circular no corpo místico de Cristo, era necessária a ação libertadora do pecado: o amor até a morte na Cruz opera este poder de regeneração. A Paixão é, porém sempre contemplada e vista como voltada para a Ressurreição. E por isso a Igreja Bizantina celebra com alegria e triunfalmente as festas da Epifania (manifestação do Senhor), da Transfiguração e da Páscoa, sublinhando a infinita majestade gloriosa do Deus-homem ressuscitado. E mesmo crucificado, o Cristo é representado como Rei. Na tradição oriental, a festa da Transfiguração é a chave para se compreender a humanidade de Cristo, "em quem habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (CI2,9), e é o fim último da humanidade.

Já antecipada em Jesus Cristo, a deificação será realizada na sua plenitude, igualmente em nós, no século futuro após a ressurreição. Todavia, já começa germinalmente aqui na terra mudando a nossa natureza corruptível e adaptando-a à união com Deus mediante a ação do Espírito Santo na alma. »» S.In.Ant.,Ad Ephes.13;20,2.
S. João Damasc. Defide orth. 18, PG 94, 1188BC; Bom. in Transf PG 96,564. Greg. Pálamas. Tom. Agior. PG 150.1232; 151,433B. CC. n. 18 do Capo lI.
S. Basílio. De Spir. S. 19. PG 32,155; S. Atan. Or. 3 C. ariano 23, PG 26,373; Ep.ad Serap. 1,23 PG 26,582; S. Cirillo Alex., Dial. de Trin.. 7PG 75,1124; S. Irineu, Adv. haer. 3,24,1. PG 7,966.
Cf. T. Spidlik, o.c., 25-30; N. Evdokimov, L'onodossia. o.c., 158s.
S. Atanásio, Ep. ad Serap. 19, PG 26,576a.
S. Basílio, De Spir. Sanc. 9,23; PG 32,109.
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Magalhães Luís
http://estudosjudaicos.blogspot.pt/search?q=biblia




Magalhães Luís
http://jhsonline.org/Articles/article_131.pdf » OB BECKING &MARJO C.A.KORPEL, 
TO CREATE,TO SEPARATE OR TO CONSTRUCT: AN ALTERNATIVE FOR A RECENT PROPOSAL AS TO THE INTERPRETATION OF: IN GEN 1:1–2:4a

LISTA E APRESENTAÇÃO





EM OBRAS »

Magalhães Luís [Verbete sobre Famílias] > ✡ Debates Teológicos ✡



Sim, acredito que muitas cousas que aconteceu na Igreja Primitiva positivamente como negativamente e até acontecimentos ao seu redor, vem acontecendo também na Igreja do século XXI





 Mais abaixo o texto em grande





Bom, Luis Felipe Felipe, como vc é mestrando em História da Igreja, deixarei vc começar com as suas devidas argumentações de cousas que aconteceram e tem acontecido em nosso meio,,, apenas darei complementos! Shalom!


Luis Felipe Felipe

Meu grande amigo Eleazar Ben HaShem, amizade que vem do primário até os bancos da faculdade, Shalom para vc também. Sobre este assunto podemos afirmar que os relatos do livro de Atos servem como moldura para os dias atuais e vindouros.



Sim, meu mestre!!!!!!!!!!!!!



A Bíblia não faz distinção entre igreja primitiva ou moderna.




Luis Felipe Felipe

Posso citar o exemplo de Pedro e João, que estando a porta do templo pararam para servir um necessitado. Vejo dois exemplos para nos: Parar para servir também e gesto de adoração, que trás glória e louvor ao nosso Deus. Outra coisa que me chama atenção foi que os apóstolos "viram a necessidade do coxo", prestar atenção na necessidade alheia e parar de entender Deus de uma forma vertical e um ótimo exercício para igreja do séc.21. Paz a todos!
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Jorge Luis, mas acho que a sua resposta não está exata para o tema, sei que a Bíblia não faz distinção, acredito que o tema está se referindo a acontecimentos que aconteceram no século I e que parece se repetir no século XXI, e o que poderíamos tirar de tudo isso, em pontos bons e até maus?
Gosto há 10 horas


?????
Gosto há 10 horas


E verdade caro Jorge Luis, pois os escritos neo-testamentários se enceraram no primeiro século. A Bíblia não faz diferença entre a igreja Primitiva e Moderna. O que quero ressaltar são os pontos que deixamos de imitar da igreja Primitiva.



Jorge Luis, eu que deveria fazer "?????" e vc explicar melhor o que vc quis dizer, acho que não entendi.



acho que a igreja evoluiu.não sou pessimista com relação ao estado geral da igreja do Senhor!



Jorge Luis, até concordo com vc, mas não vamos exagerar nessa "evolução" né?!
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Ninguém aqui está sendo pessimista. Mas se você fala de uma igreja evoluída. Por que precisamos de uma Reforma no Séc.16?
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A igreja pode sim ter evoluído e claro, mas em muitos pontos regrediu e esqueceu alguns pontos necessários que a Igreja Primitiva tinha, mas em outros pontos a igreja do século XXI, tem muita coisa que lá atrás não tinha pra evangelizar e hj ela tem, mas a Igreja Primitiva deu p seu sangue para testemunhar do Evangelho sem devidos recursos que temos hj!
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Apenas quero ressaltar os pontos que a igreja atual deve melhorar, apenas isso, sem polemica.
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Não gosto 1 Mais há 10 horas


- A Igreja Primitiva era procurada pelas pessoas; A Igreja Atual não é procurada e nem procura as pessoas (a não ser quando tem interesse em encher seus cofres com os “dízimos, primícias e afins” dos pobres fiéis manipulados).
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- A Igreja Primitiva se ocupava com o essencial (a vida em Cristo, o caráter cristão, o proceder com o semelhante etc); A Igreja Atual, com o trivial (tamanho do vestido, se usa brinco ou não, se o pregador usa terno e gravata – ao invés de se preocupar se o pregador tem vida com Deus e possui bom caráter).
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No primeiro século, o compartilhar o pão era o centro do culto cristão. Os irmãos se reuniam com o objetivo de comemorar, por meio do partir do pão, a morte expiatória do Filho de Deus e a Sua gloriosa ressurreição.
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Era uma reunião eminentemente fraternal, com a participação efetiva de todos, onde a comunhão plena e o uso dons espirituais para edificação mútua eram uma característica indissociável. Os pastores, também chamados de anciões, bispos ou presbíteros, que atuavam no seio das congregações, não assumiam nenhum caráter clerical ou sacerdotal, mas tinham a plena consciência que eram encarregados pelo Espírito Santo para exortar e ensinar a doutrina de Jesus Cristo em amor, como irmãos mais experientes e como servos dos demais.
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Todos tomavam livremente parte no culto, seja fazendo uso da palavra, seja orando, indicando algum salmo ou hino para ser entoado por todos. Não havia uma importância maior de uns sobre os outros. Não havia "cargos" ou "posições", mas sim "dons" e "ministérios". O que presidia o culto não o monopolizava, mas estava ali para cuidar da boa ordem do mesmo. Tudo era feito com o acordo de todos. Não havia a supremacia de uns sobre os outros, pois isso havia sido diretamente condenado pelo Mestre. O Messias ensinou um conceito de hierarquia totalmente distinto do humano (Mateus 20: 20-28, Mateus 23:1-11)
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Não havia cerimonialismo. Não havia exibicionismos. Todos se conheciam e compartilhavam suas alegrias e tristezas. Na realidade, a reunião daqueles irmãos era apenas um prosseguimento do que faziam durante o dia. O Senhor Jesus, através de Sua própria vida, ensinou aos discípulos que eles não deviam dividir suas vidas em "vida profissional", "vida familiar", "vida eclesiástica", etc, mas que em todas as áreas da vida da pessoa o Evangelho tivesse a direção.
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O Mestre não dizia aos discípulos: Ouçam, daqui a duas horas faremos o culto, por isso precisamos colocar uma roupa especial e ir àquele lugar especial... Não! Sua vida já era um culto ao Altíssimo. Ele ensinava em qualquer lugar, na praia, nas casas, no templo em Jerusalém, num monte, etc. Ele não se escondia das pessoas, mas conversava com todos os que O buscavam e convidavam. Jesus vivenciava o Evangelho 24 horas por dia e assim deve ser conosco também. A santidade do Senhor não era religiosa, como a dos fariseus. Não era baseada nas aparências, mas sim no Espírito que habitava Nele. Assim devemos ser.
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A leitura das Escrituras era uma parte importante do culto no primeiro século. Como não existia a divisão de capítulos e versículos, às vezes livros inteiros eram lidos numa só reunião, principalmente tratando-se de uma epístola apostólica. O Antigo Testamento era recebido como divinamente inspirado. Não existia o que hoje chamamos de "Novo Testamento". Existiam as cartas escritas pelos apóstolos, que hoje fazem parte do que chamamos de Novo Testamento.
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Era um tesouro sem preço poder ter todo o Antigo Testamento junto, assim como as cartas neotestamentárias. Depois da leitura era feita a pregação ou explanação, a qual era um desenvolvimento ou explicação prática da porção lida, ao estilo daquelas que eram feitas nas sinagogas. Havia profecias e outros dons na reunião e o ensino de Paulo é que tudo isso se faça com ordem e decência, dando sempre prioridade aos outros em vez de si mesmos. Não deve haver descontrole, pois o Eterno é um Pai de ordem. Porém, ao mesmo tempo, não deve haver liturgia, pois Ele é liberdade.
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O que todos precisamos é buscar a maturidade espiritual, a qual nos mostrará como devemos agir em qualquer situação ou lugar, até mesmo no culto. Quem tem o discernimento espiritual e vive segundo a mente de Cristo, não necessita de regras humanas de conduta (I Corintios 2:15-16). Nos tempos da perseguição dos primeiros séculos, a pregação buscava dar ânimo aos irmãos, afim de que, na hora da prova, eles se achassem fortes. Muitos discursos tinham como objetivo lembrar os sofrimentos e o valor dos mártires e havia exortação para imitar as virtudes daqueles que haviam sido fiéis até a morte.
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Assuntos controversos e falsos ensinos não eram desconhecidos. As pregações apologéticas tinham o objetivo de ensinar aos que estavam começando as verdades da fé que eles iam professar publicamente e que com muita freqüência teriam que defender diante dos ataques do paganismo e do próprio governo imperial de Roma. Essa classe de discursos nunca entrava no culto propriamente dito e geralmente faziam parte de epístolas.
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Voltando à reunião dos primeiros irmãos, o canto era também uma parte importante. Eram cantados salmos de Davi e hinos compostos pelos irmãos, os quais faziam referência às verdades da Graça do novo pacto. A oração era uma das partes essenciais do culto. Os cristãos se reuniam não somente para ouvir falar sobre o Pai, mas para falar com o Pai e ouvi-Lo falar. A linguagem da oração era austera, evitando toda retórica desnecessária. As orações estavam cheias da linguagem das Escrituras, especialmente dos salmos e profetas. As orações não eram longas, evitando-se toda vã repetição. A oração pertencia a toda a assembléia e era dirigida numa língua inteligível.
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Havia problemas nas reuniões primitivas? Sim, havia. Esses problemas são corrigidos por Paulo e outros apóstolos em suas cartas. Nas ekklesias se reúnem pessoas justificadas, mas que, ao mesmo tempo, estão em processo de crescimento e maturidade. É possível que surjam dificuldades. Porém, tais dificuldades serão resolvidas pelo próprio Espírito Santo, se realmente houver comunhão sincera entre os irmãos. Um dos principais propósitos da comunhão é esse: que os mais fortes, experientes e sábios possam ajudar, apoiar e ensinar aos menos. Pode haver diferença de idéias e opiniões entre os irmãos? Sim, é possível.
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O Mestre não ensinou a Seus discípulos a construírem nenhum templo, nem estruturas espetaculares, já que o Evangelho fora revelado para ser vivido em nossas vidas, as 24 horas do dia, e as reuniões entre os irmãos podem ser feitas em qualquer lugar (João 4:19-24). Não estamos aqui afirmando que um templo ou local determinado para a reunião entre os irmãos seja um erro. Quando se considera um templo como um lugar físico como qualquer outro lugar para reunir-nos, não há divergência alguma com o Evangelho vivido pelos irmãos primitivos, embora eles não fizessem questão alguma de construir templos nos 3 primeiros séculos, mesmo contando com milhares de irmãos em algumas cidades.
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Isso é fato histórico. Não havia a necessidade de ter esses milhares reunidos numa só localidade num determinado momento, pois o elo espiritual é o que verdadeiramente une o Corpo. O que existe sim é a necessidade constante de congregar num nível relacional e de comunhão sincera, onde cada irmão conhece verdadeiramente os outros com que congrega e compartilha com eles a caminhada com Cristo. Onde cada pastor sabe as reais necessidades de suas ovelhas e as acompanha e cuida de perto em sua caminhada.
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É muito mais fácil compartilhar nossa caminhada com um grupo de irmãos que verdadeiramente conhecemos e temos genuína comunhão, do que ir a um local com 1.000 ou 2.000 pessoas que nem sequer sabemos o nome. O que estamos abordando aqui tem a ver com discernimento espiritual e não com ser contra ou a favor de algo, como se tivéssemos que escolher entre um "modelo" de Igreja e outro. A Igreja não deve seguir nenhum modelo, mas sim a Sua cabeça, que é o próprio Senhor.
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É na experiência do Ungido em Sua caminhada com os Seus discípulos que devemos pautar nossa caminhada como Igreja! Vemos, na Palavra, que nem sequer o Senhor Jesus fez questão de manter fisicamente todos ao seu lado (Marcos 9:38-40). Então, não podemos afirmar, como o fazem alguns, que o simples fato de discípulos d Cristo se reunirem num templo, numa reunião com 5.000 ou 10.000 pessoas seja um erro. Não! Apenas estamos apontando para a experiência da Igreja nas primeiras décadas, onde se deu um grande crescimento em todos os sentidos sem a necessidade de grandes estruturas institucionais centralizadoras. Essa experiência foi pautada pela proximidade histórica com o ministério do Mestre e devemos estar atentos a isso.
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Denominações que fazem acordos com os poderes políticos, transformando as igrejas em verdadeiros currais eleitorais. Ensinos que estimulam o paganismo daqueles que apenas querem algo da Divindade em troca de "algo" dado pela pessoa. Em muitos lugares, embora não se diga abertamente, as bênçãos são vendidas, pregando-se a idéia que, enquanto maior for a oferta e/ou o sacrifício, maior será a benção a ser adquirida. Em outros lugares, se repartem ou se vendem "objetos sagrados" ou "objetos ungidos".
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O Senhor Jesus não veio com o propósito de fundar denominações. Não veio estabelecer estruturas espetaculares. Ele veio estabelecer um povo, que não pode ser denominado, nem dividido em "segmentos". Isso tem trazido muitas disputas no seio da Igreja. Se cada um seguisse a Cristo em Espírito e em Verdade, e estivesse apenas ocupado em obedecer ao Senhor e em amar a seus irmãos, não haveria contendas ou divisões. Ninguém chamaria para si o controle e gerenciamento de nenhum desses segmentos. Porém, o próprio conceito de "denominação" já é uma divisão...
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Porém, a liberdade do Evangelho nos leva a buscar crescimento e santidade em Cristo e não nas regras impostas por homens em nome de Cristo. Não seremos mais santos obedecendo a regras humanas de comportamento e bons costumes, mas obedeceremos a real vontade do Pai para todas as áreas de nossas vidas quando deixarmos que o Espírito Santo seja o Senhor de todas as nossas ações. Isso nos levará à verdadeira santidade.
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Tendo como base o livro de Atos, de onde deveríamos tirar o exemplo para a vida da Igreja e consequentemente o exemplo para o cristão individualmente. Posso dizer que, deixamos muito a desejar. Vejo a igreja primitiva ativa em busca dos que ainda não tinham o conhecimento da salvação através da pessoa de Cristo. Eles não tinham apego a bens terrenos (não que seja pecado a pessoa trabalhar, batalhar para ter uma vida tranquila financeiramente ). O que eles tinham e exercitavam era o amor a Deus, e esse amor os impeliam a irem à busca dos perdidos, pondo em prática o ide de Jesus.

Poucos hoje em dia têm esse desprendimento. Muitos estão preocupados em ter, esquecem que o ser é muito mais importante do que o ter. Acho que o que teria de melhorar hoje em dia seria exatamente isso: o desapego do ter e ir à busca do ser: ser de Cristo, ser amante da palavra, ser um apaixonado pelos perdidos. Ter um olhar mais atento à Palavra.
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Rafael Santos e Míriam Olne JC, vocês são professores natos! parabéns pros dois com os seus argumentos, EXCELENTES!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Luis Felipe Felipe, veja que aula de História da Igreja nos comentários do Rafael Santos e da Míriam Olne JC aplausos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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“A igreja que é dirigida por homens em vez de ser comandada por Deus está condenada ao fracasso espiritual embora se expanda nesse mundo. O ministério que se fundamenta em ensinos de seminários e não está cheio do Espírito Santo, não opera milagres verdadeiros, só falsos.”
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Resumidamente falando Luis Felipe Felipe:


* A Igreja Primitiva não tinha ouro nem prata, mas tinha o "ANDE E LEVANTE";

* A Igreja atual arrecada ouro e prata, mas o "ANDE E LEVANTE" ficou esquecido...
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... E assim seja!!!
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Vou colocar aqui uma resposta extraordinária sobre o tópico acima postado:
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"Na igreja Primitiva, ou seja, a igreja dos primeiros séculos, os cristãos buscavam a Deus sobre todas as coisas, renunciavam suas próprias vontades pelas de Deus e Sua Obra. Os cristãos primitivos morriam como espetáculo para o mundo, em arenas, Coliseu, das formas mais terríveis: queimados, transpassados, devorados por animais, etc mas não negavam a sua fé em Cristo Jesus."
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"E hoje? Com algumas exceções o cristão atual nunca lê um capítulo completo, contenta-se em ler um versículo e a partir dele, conforme instruções de seus líderes (que também aprenderam assim), cria uma doutrina própria."
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"O cristão atual tem medo de pensar por si próprio, pois isso demandaria a difícil tarefa de ter que meditar na Palavra e correr o risco de fazer escolhas e por isso se deleita em ter quem pense por ele. Assim surgem as coberturas espirituais, os ungidos do Senhor que não podem ser tocados ou questionados, os líderes que convencem seu rebanho a votar em determinado candidato nas eleições, a aceitação de qualquer heresia. Afinal, se o anjo da igreja falou, está falado."
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"O cristão atual tem um objetivo na vida próspera. Esse desejo ele tirou do mundo, do qual ainda faz parte embora pense não pertencer mais a ele. Assim, transfere para si os valores do mundo, que são a aparência acima de tudo, o ter em detrimento do ser, o ser bem-sucedido em todas as áreas como prova da vitória de Cristo na cruz. Porém Cristo não morreu para que tivéssemos conforto e segurança, mas para que pudéssemos ser salvos e ter a vida eterna, mas essa interpretação não condiz com a forma de vida americana, que na verdade é o anseio de todos os povos, incluindo o tupiniquim. Não à toa importamos a teologia da prosperidade e muitos modismos, o que vem de fora é melhor do que o que temos, inclusive quando o assunto é Deus."
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"O cristão atual quer comandar, estar adiante, na frente, não ser servo. quer ser cabeça e não cauda, quer as riquezas dos ímpios, quer o poder terreno, pois crê que o céu é aqui na Terra e enquanto se está vivo. Isso é totalmente na contramão dos ensinos de Jesus, de que importa mais ser servo do que senhor, de que se deve ser o menor."
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"O cristão atual tem uma fé fraca e para fortalecê-la precisa contar com a ajuda de muletas espirituais. Sal grosso, água benta, sabonete ungido, campanha das 7 semanas, tudo é válido para aguçar-lhe a fé. Seu cristianismo precisa se sincretizar com o paganismo em suas várias formas, pois Cristo apenas não é suficiente. O cristão atual é um neopagão, adora a vários deuses sem se dar conta. Cada amuleto gospel é um ídolo de pedra."
Gosto 1 há 7 horas


"O cristão atual não diz não negar nunca a Cristo, mas já O nega a cada dia, quando busca os valores inversos aos Seus ensinos. Infelizmente a sutileza dos enganos fez do cristão atual mais um religioso dentre tantas religiões. O cristão atual é tão cego à realidade do Evangelho que considera heresia ensinos sobre desprendimento material, afinal foi-lhe incutido que pobreza é coisa do diabo. O servir é coisa de derrotas; o não se conformar com esse mundo é demagogia, pois vivemos nele. Mudar essa mentalidade demoniacamente construída é quase impossível, só pela obra do Espírito Santo."
Gosto 1 há 7 horas


"Como converter um cristão ao verdadeiro cristianismo? Como fazê-lo buscar primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça, e abrir mão das riquezas materiais, se muitas vezes é o desejo de riquezas que o leva aos templos, que prometem restituição financeira a quem segue as regras da denominação? Como convencê-lo de que deve morrer para esse mundo quando o engano lhe diz que é nesse mundo que se experimenta um pedacinho do céu? Como mostrar-lhe que o Jesus que ele diz venerar não nasceu num palácio, optando por nascer em uma família humilde, que não adentrou em Jerusalém numa carruagem de fogo, mas num jumentinho? Como ensiná-lo a lição do lavapés, da renúncia aos valores materiais, do amor ao próximo como a nós mesmos, se o pseudocristianismo http://blogs.elpais.com/love-bicis/2013/06/el-masturbador-en-bicicleta.html diz-lhe que é assim mesmo, que Jesus venceu e que viemos para vencer, numa deturpação completa de sua Palavra?"
Gosto 1 há 7 horas


"Realmente é muito mais fácil converter um não cristão que ainda não foi infectado pelo vírus do engano religioso, do que converter um "cristão", pois a lavagem cerebral que esse recebeu torna o processo doloroso e trabalhoso demais. Reverter este processo é um verdadeiro trabalho de libertação do Espírito Santo, em nome de Jesus."


Do blog umaestrangeiranomundo
Gosto 1 há 7 horas


Agora a minha opinião pessoal:


Não TER, mas SER... simples assim!!!
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Gostaria de esclarecer aos amados que os mesmos problemas que existem hoje,já existiam na igreja primitiva.Inclusive os relacionados ao mau uso do dinheiro.Por favor amados,vamos deixar o saudosismo e estudar mais a história do cristianismo.O estudo da história evita que cometamos os mesmos erros do passado!
Editado Gosto 1 há 5 horas


Não se trata de saudosismo, mas sim de uma constatação. Constatação de que muitos perderam o foco.

Ninguém nega que os problemas da igreja existem desde primórdio, senão não teria o porquê das repreensões feitas por Paulo, aos amados irmãos, chamando a atenção deles duramente. Só que hoje muitos relativizam a Palavra, deturpa a Palavra, e como Annette postou, as mentes estão tão cauterizadas que é muito difícil reverter a situação.

Quem hoje em dia usaria essas palavras que Paulo usou para chamar a atenção da igreja?

“Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.”
Gálatas 5:13
“Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros.”
Gálatas 5:15
“Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.
Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.
Gálatas 5:16-17
“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
Contra estas coisas não há lei.
E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.
Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.
Gálatas 5:22-26
Gosto 2 há 5 horas


Muito bom Míriam Olne JC, você sempre muito objetiva e demonstrando a verdade através do Evangelho.
Gosto 1 há 5 horas


Igreja Primitiva x Igreja Atual


A Igreja Primitiva fazia muito com pouco;

A Igreja Atual com muito faz pouco.
A Igreja Primitiva tinha comunhão;
A Igreja Atual apenas associação.
A Igreja Primitiva tinha uma fé capaz de abalar o mundo;
A Igreja Atual tem uma fé abalada por qualquer coisinha.
A Igreja Primitiva tinha uma mensagem Cristocêntrica.
A Igreja Atual tem uma mensagem Antropocêntrica (mensagens que massageiam o ego, desejos e prioridades do homem).
A Igreja Primitiva não se importava com a concorrência;
A Igreja Atual faz concorrência com ela mesma.
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A Igreja Primitiva tinha doutrina;
A Igreja Atual, apenas tradições.
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A Igreja Primitiva tinha membros à imagem de Deus;
A Igreja Atual tem membros que são caricaturas de uma denominação.
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A Igreja Primitiva era perseguida pelo mundo;
A Igreja Atual persegue a si mesma.
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A Igreja Primitiva se ocupava com o essencial (a vida em Cristo, o caráter cristão, o proceder com o semelhante etc);
A Igreja Atual, com o trivial (tamanho do vestido, se usa brinco ou não, se o pregador usa terno e gravata)
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A Igreja Primitiva se interessava pelas pessoas perdidas fora de suas igrejas;
A Igreja Atual se orgulha com o número de seus membros dentro da igreja.
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A Igreja Primitiva tinha culto;
A Igreja Atual tem entretenimento.
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A Igreja Primitiva incomodava o mundo;
A Igreja Atual se acomoda ao mundo.
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A Igreja Primitiva mudou o mundo de sua época;
A Igreja Atual tem sido mudada pelo mundo atualmente.
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A Igreja Primitiva tinha a maioria de suas atividades fora dos portões da igreja;
A Igreja Atual tem a maioria de suas atividades dentro dos portões da igreja.
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A Igreja Primitiva era temida pelos demônios;
A Igreja Atual teme aos homens.
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A Igreja Primitiva estava disposta a morrer pelo Evangelho;
A Igreja Atual não consegue nem viver o Evangelho.
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A Igreja Primitiva era uma tradução da Bíblia;
A Igreja Atual tem apenas traduções da Bíblia.
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A Igreja Primitiva transformou a palavra escrita em palavra encarnada!
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Certa feita três teólogos discutiam entre si sobre qual era a melhor tradução da Bíblia, até que um deles disse: “A melhor tradução da Bíblia é minha mãe”; todos se silenciaram, então continuou ele: “Ela traduziu a Bíblia em atitude, em vida, e qualquer analfabeto podia ler e entender”.
Pode parecer exagero, mas é importante refletir!
Blog do Pr. Rogerio Ferreira
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Vamos com calma amados. A igreja crista melhorou depois da reforma. Nao vejo muita necessidade afirmar que a igreja primitiva era melhor porque o evangelho pos moderno esta corrompido pelo o antopocentrismo. Nao podemos esquecer que cada tempo com seus problemas.
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Allan Albuquerque Alves porém nunca o nome de Deus foi tão "comercializado" em benefício próprio como hoje em dia... Usa-se o nome de Jesus para enriquecer, porém a essência do cumprimento daquilo que está escrito no Evangelho não está sendo seguido. A verdadeira Igreja é Jesus Cristo e muitos (multidões) frequentam igrejas para resolver seus problemas financeiros e materiais e esquecem o principal objetivo de viver em e para Cristo. Não afirmo que a igreja primitiva fosse melhor ou pior do que a igreja cristã atual, porém , certamente, a Igreja primitiva era vivida em sua plenitude, integralmente, cheia do Espírito Santo.
Gosto 1 há 4 horas


Gostei da sua argumentação Allan Albuquerque Alves! Se a Igreja está mais egocêntrica e anthropocêntrica e não Cristocêntrica, a IGREJA DO SÉCULO XXI, terá uma GRANDE PROBLEMA de inversão de valores, e essa Igreja será como a Igreja de Laodiceia, nem fria e nem quente e SIM MORNA! Uma Igreja com sintomas de Apostasia ou com um diagnóstico de Apostasia, claro que não generalizo! Mas cabe lembrar que entre a Igreja de Laodiceia e de Filadélfia haverá o ARREBATAMENTO DA IGREJA DE CRISTO JESUS, assim eu creio! O Messias tirará uma Igreja de dentro da igreja!



Shalom a todos!



“Jesus não criou uma religião” – a palavra “religião” vem do latim “religare” e significa “ligar duas partes separadas”. Portanto, em sua essência, religião cristã é o contato entre Cristo e o homem, é o “religare” entre o Pai e o filho. Religião, assim, é relacionamento, é intimidade. Logo, quando ora você pratica religião. Quando lê a Bíblia você pratica religião.



Etimologicamente, qualquer pessoa que se liga a Deus é um religioso sim senhor, pois pratica o “religare”. Portanto, ao ensinar a oração do Pai Nosso, Jesus nos estava ensinando a ser religiosos, no sentido de sabermos nos comunicar bem com o Pai. Quando ouvimos “pedis e nada recebeis pois pedis mal”, o que está sendo dito é “você está praticando mal a sua religião”. É claro que, como muitas palavras da língua portuguesa (como “manga”, que pode ser a fruta ou uma parte de uma blusa), o termo “religião” pode ter o significado de “prática organizada de uma fé”, basta ver no dicionário. É a “famigerada” instituição.



Em geral é nesta acepção que a frase em questão é dita. Nesse sentido, quando Jesus diz a Pedro que sobre Ele (a Pedra) seria erguida Sua Igreja, o Mestre está estabelecendo-se como o alicerce, o fundamento da fé que se seguiria pelos milênios a seguir. Só que Ele em nenhuma passagem da Bíblia especifica como o homem deveria manter o Corpo sobre este fundamento. Isto é uma decisão que Jesus deixou a cargo do homem.
Gosto há 4 horas


Fato é que se Jesus nunca instituiu uma organização religiosa que o tivesse como alicerce, também nunca proibiu. Repare que o que Jesus critica, por exemplo, nos maus fariseus em momento algum é sua organização ou o fato de cultuarem Deus de modo institucional, sua crítica a eles era uma questão do indivíduo, do coração, e não da instituição: a hipocrisia, a falsa aparência de piedade, a religiosidade aparente sem um “religare” autêntico, sempre questões de foro pessoal e nunca institucional.
Gosto há 4 horas


Eu ate entendo o que a irma falou e concordo. A fe naquele devido contexto atemporal era mais proeminente. O problema e que cada periodo o cristianismo enfretou problemas hereticos. Mas claro que nunca tao notaveis como mesma citastes.
Gosto 1 há 4 horas


a igreja de Cristo ta perdendo o caráter pois antigamente ser crente e sinônimo de diferença hoje em dia não,o povo quer fazer o que quer e não ta preocupado em ter vida com Deus,mas eu glorifico ao Senhor que ainda existe um povo pequeno,mas um povo que ainda crê nos mistério dos apóstolos e ainda tem uma visão semelhante a igreja primitiva.
Gosto 1 há 4 horas


- “Sou cristão, não evangélico”


" – Essa frase é fruto da vergonha de ser designado pela mesma nomenclatura de igrejas e pastores que têm enlameado o bom nome da Igreja evangélica. Então, para evitar ser associados por amigos e parentes a esses grupos, muitos têm optado por se dizer apenas “cristãos” e repudiam enfaticamente o nome “evangélico”. Mais do que deixar de ser evangélicos, se tornam antievangélicos. Isso é nonsense, pelo simples fato que não resolve nada. Os que enlameiam nosso nome também se dizem “cristãos”. Pela mesma lógica, deveríamos abandonar esse termo também? A resposta é óbvia. Etimologicamente, “evangélico” é o que segue o Evangelho de Jesus. Historicamente, “evangélico” é o que segue o Evangelho conforme resgatado pela Reforma Protestante. Logo, se você é cristão, professa o Evangelho de Cristo e coaduna com os cinco “solas” da Reforma… você é evangélico, queira ou não. É uma nomenclatura de 500 anos que define quem tem essas características. Renegar isso é dizer que você não é o que você é. Portanto, em vez de dizer “não sou o que sou, sou só cristão” por vergonha de ser associado a igrejas e pastores dos quais se envergonha, o ideal é deixar claro para os de fora que nós somos sim evangélicos, enquanto os que praticam atrocidades em nome da fé é que não são."
Editado Gosto há 4 horas


"Se alguém faz piadinha pelo fato de você ser evangélico, em vez de mudar sua nomenclatura aproveite a oportunidade e explique para o piadista a razão de você portar esse honroso nome, fale que evangélico significa “aquele que segue o Evangelho de Cristo conforme resgatado pelos reformadores”, explique por que os falsos cristãos não são evangélicos e aproveite para explicar o que são as boas-novas da salvação do genuíno Evangelho de Cristo. Assim, ser humilhado por ser evangélico é uma excelente oportunidade não de mudar por vergonha o que te define, mas sim de explicar aos não cristãos o que é o Evangelho da salvação. De e-van-ge-li-zar. A escolha é sua."



Embora hoje estejamos assistindo um crescimento da igreja crista nao vemos a correspondende transformacao da nossa sociedade. Muitos lideres no intuito de crescer suas igrejas pregam um outro evangelho de curas milagres e visoes. Nao pregam a cruz de cristo mas as revelacoes dos seus proprios coracoes. Pregam nao o que e certo mas o que dar certo. Pregam para agradar seus ouvintes e nao para conduzi los ao arrependimento. Pregam um outro evangelho. Evangelho humanizado e antropocentrico ao ponto deles mesmo defini los o que ter uma experiencia com Deus!



Sou cessacionista convicto mesmo e nao nego e experiencia com Deus e algo que vai alem do que achamos ser


A revelação não pode ser concebida como um ditado de D'us; apela-se, portanto, à leitura da Bíblia, mas no quadro de uma investigação histórico-crítica. A Igreja deve estar atenta aos "sinais dos tempos", como a emancipação das mulheres, às Comunidades GLBTIA, a descolonização, o mundo do trabalho, da ciência e da técnica. As realidades terrestres são autónomas e não há oposição entre a "criação" de D'us e a acção criadora da Humanidade no mundo; a esperança da salvação no além tem de dar sinais e começar já aqui. Denunciou-se o anti-semitismo, as Igrejas abriram-se ao diálogo ecuménico entre si e com as demais confissões cristãs, com as outras religiões, com os não crentes, com todos os homens de boa vontade.

O cristianismo central e o cristianismo-marginal e o de tipo messiânico (trinitário ou não) devem estar no presente para poderem dar forma ao futuro. Para que Cristo possa voltar a ser uma força que modela o porvir. Não pode ser só Teologia de Prosperidade, mas, acima de tudo, Comunidades de Base a la Teologia de Libertação. E menos escatológico-sensacionalista: "A Igreja de Deus esteve esperando o retorno de Jesus Cristo no dia 27 de maio de 2012. Esperamos até o fim do dia 26 de maio. No decorrer deste Sabbath (sábado) semanal, Deus começou a revelar-me que havia algo mais contido no significado deste último dia em que finalmente nos encontramos. Este dia literal é o começo de um último dia profético. "


Graça e Paz!




Paciência com Deus

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http://www.paulinas.pt/autor_detail.asp?idaut=595
Mais [Em breve a Parte III de "A Paciência com Deus"]»
 

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  • Magalhães Luís "The dynamic power behind the incomparable missionary labors of [Saint] Paul was his offer to the Jews of a tremendous release, the release provided by the consciousness of having escaped the fate of pariah status. A Jew could henceforth be a Greek among Greeks as well as a Jew among Jews, and could achieve this within the paradox of faith rather than through an enlightened hostility to religion. This was the passionate feeling of liberation brought by Paul. The Jew could actually free himself from the ancient promises of his God, by placing his faith in the new savior who had believed himself abandoned upon the cross by that very God."
"The fact that Christianity eventually became a world-wide religion is therefore something that depended much more on second-century apologists being able to refute Marcion, as well as a number of Gnostic heresies that flourished at the time, than on the presumed success of the Pauline mission of freeing the Jews from their presumed pariah condition by expanding the notion of Israel. One may ask, however, why Marcion's view was so disputed in the second century. Why did several patristic church fathers react so vigorously to him, even after his death? Why, in other words, did they insist on maintaining their ties with the Jewish scriptures despite all the theological inconsistencies that this decision was doomed to involve? There seems to be a straightforward answer: they did so, as has often been argued, in order to make sense of Jesus' sacrificial death and subsequent resurrection. This answer, however, is not a very good one, because it must be recalled that during the second century, and even later, it was still possible to make sense of Jesus' death and resurrection within the Gnostic framework brought to Rome by theologians like Valentinus. Therefore, one would not necessarily need Hebrew prophecy to make good the claim that Jesus died and rose from the dead for some good theological reason. Why then was the tie with Judaism maintained?"

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